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segunda-feira, 23 de junho de 2025

The Manipulation of People and the Inoperability of Global Institutions

 

A manipulação de pessoas e a inumerabilidade das instituições globais

Durante milênios, a humanidade foi guiada por narrativas moldadas para atender aos interesses de poucos.
Aceitamos — muitas vezes sem questionar — que fomos feitos à imagem de alguma divindade e, com isso, justificamos nossas ações mais cruéis sob o pretexto de “missão divina”, “ordem superior” ou “interesse nacional”.

No entanto, o que vemos, brutal e repetidamente, é uma completa irresponsabilidade coletiva em relação ao que realmente importa: a vida.
Milhares de pessoas continuam sendo sacrificadas todos os anos em guerras motivadas por caprichos, disputas de poder, interesses comerciais ou recursos naturais — nunca por qualquer necessidade real de proteger a dignidade humana.

As Nações Unidas (ONU), criadas após a Segunda Guerra Mundial com o nobre propósito de prevenir novos conflitos e promover a paz, tornaram-se, ao longo do tempo, um órgão burocrático que, na prática, serve aos interesses dos países que mais as financiam — econômica e politicamente.
Enquanto discursos ecoam em salas climatizadas, bombas caem sobre comunidades indefesas.
Enquanto resoluções estão “em análise”, crianças perecem sob os escombros da omissão.

A estrutura do Conselho de Segurança, por exemplo, revela essa disfunção: cinco países detêm poder de veto absoluto (Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido), mesmo quando as decisões envolvem crimes contra a humanidade.
Isso transforma a ONU em uma espectadora privilegiada, com as mãos atadas por sua própria estrutura de poder.

Além disso, leis e tratados internacionais são cada vez mais criados e aplicados para beneficiar grupos ou setores privilegiados em vez do bem comum das nações.
O direito internacional é frequentemente moldado por pressões econômicas e lobby corporativo.
A justiça, em escala global, tornou-se seletiva — e a impunidade de líderes que promovem massacres, ocupações ilegais e violência institucional é uma vergonha visível para qualquer pessoa com um mínimo de senso ético.

O mundo precisa de um tribunal verdadeiramente autônomo e eficaz, com legitimidade para julgar e condenar líderes que ameaçam a paz — independentemente de sua nacionalidade, poderio militar ou influência econômica.
Mais do que isso: o público global precisa testemunhar — ao vivo e com todas as câmeras ligadas — esses líderes enfrentando as consequências de suas decisões.
Não para espetáculo, mas para acabar com a farsa da impunidade.

Chegamos ao século 21 com a tecnologia que nos permite conectar instantaneamente bilhões de pessoas, mas ainda somos guiados por instintos primitivos e narrativas que alimentam o ódio, a segregação, a ambição desenfreada e o medo.
Não podemos mais ser manipulados como peças em um jogo controlado por poucos.
A liberdade e a dignidade dos povos não podem mais ser reféns de interesses financeiros e estratégias geopolíticas ultrapassadas.

Chegou a hora da razão — ou, no mínimo, deveria ter chegado.
É necessário romper o ciclo de omissão, falsa neutralidade e indiferença institucionalizada.
Não se trata de escolher partidos políticos ou bandeiras — trata-se de escolher a vida, a justiça e a responsabilidade.
Cada um de nós tem um papel a desempenhar nesse processo. E permanecer em silêncio atualmente é ser cúmplice.

quinta-feira, 16 de março de 2023

 

Temores, medo

O medo não somente preserva e vida, mas também pode resultar em seres escravos e submissos?

red9juarez...



segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Você sabia que a cebola...

Os egípcios construíam templos e altares reconhecendo sua importância na alimentação e saúde? Que sua composição química são estas a seguir...Calorias em 100 grama 32,00. Água, 92,15 %. Hidratos de carbono 5,60 %. Proteínas 1,60%. Gorduras 0,30%. Sais  0,65%. Em 100 gramas de cebola contém, Vitamina A 120 U. I. Vitamina B 1 Tiamina 60 mcg. Vitamina B2 Riboflavina 45 mcg. Vitamina B 5 Niacina 0,15 mg. Vitamina C Acido ascórbico 9,70 mg. Os sais em seu conjunto, Potássio 178,00. Fósforo 45,00. Cálcio 34,00. Silício 16,00. Magnésio 4,00. Cloro 2,00. Ferro 0,50. Os benefícios para a saúde:  Purificadora do sangue, No Século 1, o celebre naturalista romano Plínio, já a receitava comida crua e aplicada em fricções tópicas, nas mordeduras de cães raivosos. Plateau recomendava,  para curar a lepra, a cebola. Para ter uma melhor voz ao cantar, mastigar e ingerir uns pedacinhos da mesma. Antidoto para picadas de mosquitos. Combate a hidropisia. Contra a icterícia. Previne infecções e para enjoos. Contra reumatismo e paralisia. Para curar antrazes (  furúnculos)...

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Leis funcionais ou uma...Violência não se corrige com leis: educa-se ou perpetua-se


Por que o sistema prefere leis punitivas a uma transformação social real?
Punir é fácil. Educar dá trabalho.

Convivemos com a violência em todos os lugares e em todas as classes sociais. E, por mais paradoxal que pareça, convivemos também com sua camuflagem ativa — sustentada por aqueles que insistem em perpetuar, ao longo do tempo, fantasias sobre a vida e sobre si. Essa alienação, esse afastamento da compreensão real da existência, também é violência. 

As leis são fundamentais, desde que não sejam flexíveis ao ponto de se tornarem manipuláveis. Se sugeríssemos a alguém sem preparo físico que levantasse cento e cinquenta quilos, o fracasso seria inevitável. A comparação não é vaga nem leviana: assim como o corpo sem preparo não suporta o peso, uma sociedade sem base educacional sólida não sustenta leis complexas e exigentes. 

Não é necessário passar anos estudando direito para compreender um ponto essencial: as leis não mudam os costumes; são os costumes que mudam as leis. Existem, em nosso país, dispositivos legais desconcertantes. A Lei Maria da Penha, por exemplo, sem negar sua importância na proteção das pessoas, levanta uma questão raramente enfrentada com honestidade: onde estaria o equilíbrio emocional perfeito atribuído ao homem? 

Não se trata de defender a violência, nem de negar a necessidade de proteção a crianças, jovens, adultos, idosos — homens ou mulheres — nem mesmo à natureza, aos animais, às plantas ou ao planeta. O ponto central é outro: não se elimina a violência com presídios, nem se corrige uma sociedade somente superlotando os já existentes. 

Criar leis que afastam o agressor — seja culpado, instigado, provocado ou até vítima — é, para o Estado, uma solução mais barata e imediata. Educar custa caro. Mas é o único caminho real para reduzir a violência de forma profunda e duradoura. 

Parte-se de uma premissa frágil: a suposição de que o homem é naturalmente dotado de tolerância, sensatez, bom senso e equilíbrio emocional. Todos sabemos que isso não corresponde à realidade. Somos seres racionais, sim, mas profundamente emocionais, influenciados pelo meio, pelas palavras, pelos sons e até por ciclos naturais. 

Se desde os primeiros anos escolares fossem ensinados o reconhecimento do espaço do outro — a consciência de quando nossos atos se tornam prejudiciais — muito poderia ser evitado nas relações humanas, especialmente entre casais. A educação emocional e ética, embora custosa para o Estado, produziria um resultado incomparavelmente mais positivo para a sociedade na totalidade. 

Exceto, é claro, se for mais interessante manter o fluxo financeiro alimentando magistraturas e sistemas carcerários, com seus custos exorbitantes. Isso não surpreenderia, considerando a tradição de formar caráter a partir da lógica do acúmulo: quanto mais se possui, melhor se é, relegando a educação e a cultura a planos secundários. 

Com tal procedimento, perpetua-se não somente a violência física, mas a estrutural — silenciosa, normalizada e socialmente aceita.

Sem educação emocional, toda política de combate à violência é paliativa. 


red9juarez 

 


quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Red9, você sabia?

Talvez não.
Não há quem saiba de tudo.
Que somente após a bomba atômica e da enorme proliferação dos produtos industriais cancerígenos que começaram a aparecer com maior frequência os casos de câncer no pulmão?
A fumaça exalada em churrascos, contém tanto quanto alcatrão do cigarro; também,  alimentos defumados não estão excluídos. 
Que milhares de óbitos tido como causa, o cigarro, seus portadores não fumavam? Referindo-me a enfisema.
Você sabia que, entre outras espécies, cães não fumam e também desenvolvem cânceres?...
Em toda historia da humanidade, jamais houve uma guerra em beneficio  da espécie e, sim de grupos ?
Sendo assim, fica evidente que grupos isolados, fechados, transformam-se em ameaça para a liberdade e o crescimento uniforme de uma sociedade. Diversidade, uns preferem o campo à cidade. Entre as cores, todas belas, com certeza, somente uma delas. Estatura, forma, cor ou origem, há de se preferir. O instinto lhe da à escolha, a inteligência e a educação evolutiva  o respeito pelas diferenças. Opção não é preconceito; mas, pode tornar-se dependendo de como lidar com ela. Saberia você; a Petrobrás, sua venda, foi um dos maiores golpes em prejuízo ao cidadão Brasileiro em toda sua historia? Ainda, sem divagação nesta afirmação, com um porque sim, ou porque não como resposta, aqui está; o sistema ferroviário foi destruído, sucateado para atender multinacionais em favor da produção de autos e importação de petróleo pelo Estado.